segunda-feira, 21 de março de 2011

A Divisão dos Seres

Depois de uma semana de angústias, em que entendi a globalização energética e já perfeitamente reajustada, falo da Divisão dos Seres, a que estamos a assistir.
Simplesmente porque o Cosmos pede Progresso Espiritual, cada vez mais observamos o processo da Divisão Energética.
É um processo doloroso, acentuado, e frustrante, que nos pode levar a vermos ficar para trás alguns daqueles que estimamos e sempre fizeram parte do nosso Grupo de afetos.
Estando somente alguns de nós a tentar corresponder ao pedido do Cosmos, para que haja um salto Quântico de Consciência, arriscamo-nos a ter de Desapegar de laços familiares, pela simples razão de termos no nosso círculo, pessoas que, por Medo se recusam a evoluír.
E é curioso que, ao mesmo tempo que existe a Globalização Energética, exista a Divisão da, mesma...
Mas Energia é Energia e para que ela se Una, é necessário que seja sintónica. De outra forma desagrega-se, fragmenta-se e divide-se.
É por essa razão que nós chegamos à vida fragmentados e só temos a possibilidade de fazer a União, se nos tornarmos sintónicos com a Essência.
Coerentes, Assumidos, Verdadeiros.
Para que isso se possa realizar, não podemos fazer pactos, nem querermos reconhecimento exterior. O Reconhecimento deve ser Interno e a nossa postura, deve ser Integra.
A direção para uma Nova Vida neste Planeta que precisa de Evoluir, tem de ter novos Valores e Novos Códigos de Conduta, desenvolvendo-se com isso uma Nova Mentalidade.
A Energia tem de estar nivelada para que o Processo se faça mais rápidamente. Daí poder acontecer, começarmos a assistir ao afastamento de Energias familiares, por simplesmente ficarem para trás na escala evolutiva.
Devemos de nos preparar para isso, Aceitando e Respeitando o Processo de cada um. Não deixando no entanto, de irmos podendo ajudar, com o exemplo da nossa atuação e  com o assíduo envio de Luz.

 
 

quinta-feira, 17 de março de 2011

Home

Hoje acordei a pensar em Nós. 
NÓ TODOS, que habitamos uma casa tão grande, como é o nosso Planeta.
Nós, que fazemos dele a nossa casa, pondo e dispondo de tudo aquilo que ele nos oferece, sem olhar a meios. Arrancamos-lhe as entranhas sem pudor; destruímos os seus bens sem pedir licença; esgotamos os seus recursos sem o mínimo respeito.
Nós que em nossas casas, tratamos diariamente de todos os pormenores para que a nossa vida seja confortável, envolvente e harmoniosa...destruímos uma casa coletiva que, só quer o nosso bem.
Que abriu a porta para nos receber, sem pensar que, podíamos ser uma ameaça. Que podíamos ser um intruso, como qualquer vulgar gatuno, que ao entrar nas nossas casas nos quer prejudicar e roubar.
É isso que nós somos, vulgares gatunos de um Planeta generoso, que sempre abriu os seus braços para nos embalar como uma verdadeira Mãe.
E quando alguém nos entra em casa sem ser convidado, para nos vir roubar, nós ficamos zangados. 
É assim que a nossa casa coletiva está a reagir. Está zangada e tem razão!

segunda-feira, 7 de março de 2011

Um Dia Houve

Um dia houve em que decidi SER EU. Plena, Inteira,Liberta! Sonhadora sempre, mas acordada. Bem acordada!
Foi aí que encontrei quem devia de encontrar...Um a um eles chegaram para me trazerem tudo aquilo que eu não tinha:
O Prazer; a Dor; a Alegria e até o Amor. Houve quem me trouxesse o Sofrimento; a Esperança; o Desencanto e até o Fascínio. Ou os outros que me ofereceram a Fantasia; o Desagrado; a Ilusão e até a Magia . Ou mesmo ainda, quem me oferecesse a Amizade; a Compreensão; a Calúnia e até o Julgamento.
No dia em decidi SER Eu própria, entendi que os via a todos em mim, não de forma complicada, mas na Simplicidade da Aceitação.
Passo a passo percorrera eu um Caminho que já não era novo, mas somente reconhecido, sabendo então que quanto mais nos olhamos mais nos ampliamos.